Desejo a vocês...
Fruto do matoCheiro de jardimNamoro no portãoDomingo sem chuvaSegunda sem mau humorSábado com seu amorFilme do CarlitosChope com amigosCrônica de Rubem BragaViver sem inimigosFilme antigo na TVTer uma pessoa especialE que ela goste de vocêMúsica de Tom com letra de ChicoFrango caipira em pensão do interiorOuvir uma palavra amávelTer uma surpresa agradávelVer a Banda passarNoite de lua cheiaRever uma velha amizadeTer fé em DeusNão ter que ouvir a palavra nãoNem nunca, nem jamais e adeus.Rir como criançaOuvir canto de passarinho.Sarar de resfriadoEscrever um poema de AmorQue nunca será rasgadoFormar um par idealTomar banho de cachoeiraPegar um bronzeado legalAprender um nova cançãoEsperar alguém na estaçãoQueijo com goiabadaPôr-do-Sol na roçaUma festaUm violãoUma serestaRecordar um amor antigoTer um ombro sempre amigoBater palmas de alegriaUma tarde amenaCalçar um velho chineloSentar numa velha poltronaTocar violão para alguémOuvir a chuva no telhadoVinho brancoBolero de RavelE muito carinho meu.
Eu não posso deixar que o tempo te leve jamais para longe de mim
Pois o nosso romance minha vida é tão lindo
És que manda e desmanda nesse coração que só
Bate em razão de te amar
Daria o mundo a você se preciso
Você tem o aroma das rosas, me envolve em teu
Cheiro e assim faz ninar
A imensa vontade de estar ao seu lado
Nem o mar tem o brilho encantante como o dos teus olhos
Minha pedra rara
Eu não vou negar sem você meu mundo pára
Mil voltas e voltas que dei, querendo de uma vez encontrar
Alguém que levasse a sério amar
Mil voltas e voltas que dei, querendo de uma vez encontrar
Um alguém igual a você beleza rara
Hoje sou feliz e canto
Só por causa de você
Hoje sou feliz, feliz e canto
Só porque amo, amor, você.
Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar - meditação atroz -
O ouro que o Tempo quer em sua arca?
Que mão pode deter seu pé veloz,
Ou que beleza o Tempo não demarca?
Nenhuma! A menos que este meu amor
Em negra tinta guarde o seu fulgor.