quinta-feira, 23 de junho de 2016

Pedra do elefante.

Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

domingo, 26 de outubro de 2014

Foto enviada por Rodrigo Camilo

Eu não posso deixar que o tempo te leve jamais para longe de mim
Pois o nosso romance minha vida é tão lindo
És que manda e desmanda nesse coração que só
Bate em razão de te amar
Daria o mundo a você se preciso
Você tem o aroma das rosas, me envolve em teu
Cheiro e assim faz ninar
A imensa vontade de estar ao seu lado
Nem o mar tem o brilho encantante como o dos teus olhos
Minha pedra rara
Eu não vou negar sem você meu mundo pára
Mil voltas e voltas que dei, querendo de uma vez encontrar
Alguém que levasse a sério amar
Mil voltas e voltas que dei, querendo de uma vez encontrar
Um alguém igual a você beleza rara
Hoje sou feliz e canto
Só por causa de você
Hoje sou feliz, feliz e canto
Só porque amo, amor, você.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Foto por Luiz Claudio

Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura, 
Tendo da flor a força a devastar? 
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias, 
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania? 
Onde ocultar - meditação atroz -
O ouro que o Tempo quer em sua arca? 
Que mão pode deter seu pé veloz, 
Ou que beleza o Tempo não demarca? 
Nenhuma! A menos que este meu amor
Em negra tinta guarde o seu fulgor.